domingo, 20 de setembro de 2009

Alzheimer...

No dia 21 de Setembro comemora-se o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer.
A Alzheimer é a forma mais comum de demência. A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa que, lenta e progressivamente, destrói as células cerebrais. Chama-se assim, porque foi Alois Alzheimer, um psiquiatra alemão, quem em 1906 descreveu pela primeira vez os sintomas e as características neuropatológicas desta doença, tais como placas e tranças neurofibrilhares no cérebro. A doença afecta a memória e o funcionamento mental (por exemplo o pensamento e a fala, etc), mas pode igualmente levar a outros problemas, tais como confusão, alterações de humor e desorientação no tempo e no espaço.
Em 2006 o número de portadores de Alzheimer diagnosticados era cerca de 26.6 milhões de pessoas no mundo inteiro.
Cada paciente de alzheimer sofre a doença de forma única mas existem pontos em comum, por exemplo o sintoma primário mais comum é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de stress. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. As suas funções motoras começam a perder-se e o paciente acaba por morrer.




(José Amaral)

6 comentários:

Meg disse...

Amaral,

Não consigo comentar... é uma das doenças que mais me aterrorizam.
É assustador o aumento de casos... recuso-me a pensar nela.

Um abraço

Amaral disse...

Meg
Embora não queira pensar nisso, também é uma doença que me assusta, porque nos deixa "a vegetar".
Boa semana
Abraço

GeoBlog disse...

Amaral,
é uma doença assustadora...não quero pensar nela...
Boa semana!
Bjos

Amaral disse...

Adelaide
Podes crer. É mesmo assustadora.
Bjo

António Lopes disse...

Desculpem, mas não há doenças assustadoras. Digo eu.

Amaral disse...

António Lopes
POsso até concordar. Não há doenças assustadora, pero que las hay las hay.
Abraço