Em Portugal, o dia das crianças é festejado em 1 de Junho. Que bom seria que, em todo o mundo, as crianças pudessem ser felizes e pudessem comemorar o dia delas em Paz.

Menino
No colo da mãe

Quando pensamos que já lemos tudo, e nada mais nos pode surpreender, surge-nos um livro maravilhoso. É como se tivéssemos levado um murro no estômago.
Mais uma sugestão literária. Trata-se de O Rastro do Jaguar (Publicações Dom Quixote, 563 páginas) de Murilo Carvalho. Trata-se do livro vencedor da primeira edição do “Prémio Leya”.
Ontem, como costuma ser mais ou menos habitual, foi dia de cinema. Desta feita o filme que estreou e que promete ser um sucesso: Anjos & Demónios.


Mais uma sugestão literária. Desta feita trata-se de um livro de Nina Schuyler, O Quadro (Bizâncio, 332 páginas). Trata-se da história de quatro vidas que se cruzam em pontos distantes do mundo (Japão e França) no ano de 1870. Elas não sabem que há um elo que os une. Mas trata-se, também, da história do cenário de transformações sociais e culturais inerentes ao período Meiji no Japão e à guerra franco-prussiana em França.
Na quinta-feira à noite foi noite de cinema. O filme, Sinais do Futuro, tinha-me despertado curiosidade, pela ideia. Original, interessante. Em suma a ideia principal do filme era «uma cápsula do tempo era aberta na escola do filho de um professor universitário do MIT. A cápsula esteve fechada durante cinquenta anos. O professor depara-se com um estranho mapa numérico. Descodificado, este mapa mostra profecias assustadoras: são datas de cada uma das maiores catástrofes globais dos últimos 50 anos, como terramotos, incêndios e tsunamis, tudo em perfeita sequência. O problema é que algumas datas estão por vir, e portanto novos desastres para acontecer».
No dia 25 de Abril, pelas 16h30, no Museu Militar do Porto, a «Papiro Editora» leva a efeito uma apresentação temática sobre o "25 de Abril".
Desde 1996, e por decisão da UNESCO, que a 23 de Abril se comemora o Dia Mundial do Livro e dos direitos de autor. Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro.
Albert Einstein nasceu em Ulm, a 14 de Março de 1879 e faleceu em Princeton, a 18 de Abril de 1955. Este físico alemão, radicado nos Estados Unidos, ficou mais conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. Ganhou o Prémio Nobel da Física, em 1921, pela correcta explicação do efeito fotoeléctrico. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atómica, apesar de não prever tal possibilidade.
Recomendo um belíssimo livro, que se lê num fôlego, sustentado numa escrita criativa, mas acima de tudo na sua mensagem.
Hoje fui ao cinema ver um filme de animação. Um belo filme por sinal. Trata-se de Monstros vs Aliens, um filme produzido pela “Dreamworks SKG”, realizado por Rob Letterman e Conrad Vernon. A versão portuguesa conta com as vozes de Catarina Furtado e José Wallenstein.
Há bem pouco tempo publiquei aqui um post sobre um livro de João Ubaldo Ribeiro. Não lhe teci, a esse livro, grandes elogios. Contudo, a escrita de JUR é afamada e multi-premiada, pelo que decidi-me a ler um outro livro da sua autoria. Trata-se de Miséria e Grandeza do Amor de Benedita (Dom Quixote/Visão, 93 páginas).
Há bem pouco tempo fiz aqui referência a um belíssimo livro de Bernhard Schlink. Teci-lhe os mais rasgados elogios, pois são merecidos.
Quando em 2008 João Ubaldo Ribeiro ganhou o “Prémio Camões” fiquei com curiosidade em ler uma das suas mais conhecidas obras: A casa dos Budas Ditosos. Deste autor havia, apenas, lido “O Sorriso do Lagarto”. O livro encontrava-se esgotado e só agora me foi possível encontrá-lo, numa edição de 213 páginas, sob a chancela das “Edições: Nelson de Matos”.
(Imagem retirada da Internet)
Mais uma sugestão literária, daquelas a não perder. Trata-se de um livro de Bernhard Schlink, O Leitor (Edições Asa, 144 páginas). Um belíssimo livro que se lê num ápice, e nem a letra miúda nos incomoda. Já aqui fiz um post sobre um outro livro deste autor (“O Regresso”) que recomendei vivamente, mas este supera esse outro.
Desta feita regresso às sugestões literárias dos grandes clássicos da Literatura Portuguesa. Falo de um livro, de Ferreira de Castro, publicado em 1930: A Selva (Planeta DeAgostini, 249 páginas). Ferreira de Castro resgata as experiências vividas na Amazónia por Alberto, o herói deste romance. É um jovem monárquico que tinha saído de Portugal por ter participado na revolta de Monsanto. É um jovem que, pouco a pouco, transforma a sua visão do mundo, ao sofrer o embate da crueldade da vida, daquela vida que o espera no meio da selva.

(José Amaral)
No seguimento do post anterior, apresento o verso do livro da colecção da “Visão” («Frente e Verso»). O autor é Manuel Alegre e a obra é A Terceira Rosa (138 páginas). Este livro lê-se com muito agrado, numa escrita cuidada e escorreita.
A revista "Visão" está a lançar uma edição denominada «Frente e Verso». De um lado do livro Poesia, do outro Prosa. Autores em Português. O Primeiro livro é dedicado a Manuel Alegre. O livro que hoje apresento é Livro do Português Errante. São 41 poemas, com a mestria a que Alegre nos habituou. Lêem-se com agrado e são mais uma bela sugestão para estes dias de folia.

António foi depois caixeiro, empregado no escritório onde trabalhava o Sr. Soares, um tradutor entre livros de contas e de contabilidade. O senhor Soares era um homem estranho a quem chamavam poeta, que se sabia ser poeta, mas de quem António não conhecia a poesia. António apenas admirava a estranheza da figura e o respeito tutelar que ela lhe impunha. Este livro gira à volta da figura de Bernardo Soares, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, narrador do “Livro do Desassossego”.
É um livro de costumes, mas acima de tudo um livro interior, onde nos apercebemos da existência de um rapaz de sonhos, que se transforma num homem banal, anti-herói de uma ficção que reconstitui uma certa Lisboa, com as suas falas, a gente, as ruas, as coisas que se perderam e outras que permanecem, imutáveis. É um livro um pouco ao jeito de uma “Lisbon revisited”.
Recomendo vivamente este livro, que se lê com redobrado agrado.
(José Amaral)
o Bronx, a história gira em torno de uma freira que passa a suspeitar de um padre que vem demonstrando profundo interesse num jovem aluno negro. Para ela, o padre está cometendo abuso sexual. Este animado e carismático sacerdote, padre Flynn, está a tentar acabar com os austeros uniformes escolares que são defendidos ferozmente, há já muito tempo, pela irmã Aloysius Beauvier, a directora com mão de ferro que acredita no poder do medo e da disciplina. Os ventos da mudança política estendem-se pela comunidade e a escola acaba de aceitar o seu primeiro estudante negro, Donald Miller. Mas quando a irmã James, uma inocente optimista, partilha com a irmã Aloysius a sua suspeita de que o padre Flynn presta demasiada atenção a Donald, a directora enceta uma cruzada pessoal para descobrir a verdade e expurgar Flynn da escola. Sem nenhuma prova para além da sua certeza moral, a irmã Aloysius vai entrar numa batalha de força com o padre Flynn que vai dividir a comunidade com consequências irrevogáveis. São quatro os actores deste filme nomeados para o Óscar: Meryl Streep (como actriz principal), Philip Seymor Hoffman
(como actor principal) e Viola Davis e Amy Adams (como actrizes secundárias).
