Mais uma leitura de férias. Desta feita Diário de um Killer Sentimental (Edições Asa, 152 páginas) de Luís Sepúlveda. São três pequenas histórias (a já citada que dá nome ao livro, “Jacaré” e “Hot Line”) em que o autor regressa ao género policial. A particularidade das histórias é que são narradas na primeira pessoa de um profissional que se apaixona e que sente uma irresistível curiosidade pela sua próxima vítima. Aliado a este factor temos um humor negro, que é a nota dominante nestas três pequenas novelas de cariz policial que fazem parte deste livro. Acresce que Luís Sepúlveda tem uma escrita fluente, simples, mas inteligente.Na primeira história – parece-nos um episódio de James Bond – Sepúlveda de forma sóbria denuncia a hipocrisia da lei em países onde, supostamente, se defendem os direitos humanos. Também na segunda história o tráfico de matérias-primas provenientes de espécies protegida é preocupação para o autor. Na terceira história, uma vez mais estamos na presença de injustiças por causa da influência dos poderosos, subjugando os mais fracos.
Uma leitura que recomendo, pois é divertida, faz-nos rir e descontrai-nos. Uma leitura light (mas nem por isso menos conseguida) para as férias.

































Vem isto a propósito para relatar uma daquelas coincidências. Ontem entre as 23 e a 01 da manhã estive a ver (em DVD) o